Comentários de leitores sobre o livro: Quem tem Ouvidos


Segue abaixo alguns comentários de leitores sobre o livro do autor João Mezzomo, Quem tem Ouvidos:


Miguel Lobato Duclos: "Primeiramente parabéns pelo lançamento do livro e a repercussão que tem alcançado, estando disponível nas grandes livrarias. Ficou muito bonito, excelente edição, capa, encadernação, muitas páginas, realmente é um feito, parabéns!
Receber o seu livro e o ler foi muito gratificante, pois foi como um resgate para as questões verdadeiramente importantes que me inquietaram e de certa forma, estavam, e ainda estão "em suspenso". Achei bastante interessante nesse sentido a informação que consta na orelha do livro. Fizeste o curso de filosofia com brilhantismo, mas não foste formado de cara por ele, já tinhas formação antes, cabeça e luz próprias, e mesmo não precisava seguir os ditames acadêmicos para conseguir um espaço, já que vens empregado do SEFAZ. Isso me pareceu significativo porque sabemos que as pesquisas ficam muito engessadas, apenas reproduzindo as linhagens (geralmente subalternas à dptos estrangeiros) e sem espaço para voos novos, diletâncias. A crítica a faculdade de filosofia que faz no livro me pareceu muito pertinente.
Aliás, essa passagem e outra revela uma percepção extremamente clara de conceitos, mesmo quando tratas da razão e da linguagem no mundo grego. De certa forma, ao revisitar certos conceitos e passagens com a leitura do texto, que é engendrado segundo um fio único da argumentação, acabamos entrando nessa visão lúcida.
Mas o livro é extenso, e traz muitos aspectos, de certa forma, por isso é dificil comentá-lo, Acredito que este "mal" de não haver ainda o retorno esperado se deve a vários fatores. Esse, da produção oficial de filosofia ser avessa às novidades. O próprio livro diz que o mundo é como que automaticamente programado para destruir o que lhe é estranho. Achei essa muito boa, claro que não se aplica ao teu livro, mas de certa forma o mundo estar programado de forma indpendente das pessoas que são apenas agentes de sistemas, macro-estruturas...
Alguns filósofos são mais abertos e talvez possam comentar melhor o teu livro, que traz um capítulo de folêgo da filosofia, tratando da marcha da razão na história, Hegel Heidegger etc. Deve-se lembrar que o próprio Castaneda tinha essa preocupação de fazer paralelos não só a filosofia como com as tradições conhecidas. Ele até mesmo cita o Wittgenstein pro Don. Juan numa das entrevistas, o que leva o D. Juan a fazer um comentário jocoso. O Deleuze chamava a filosofia de Wittgenstein no abecedário de "morte da filosofia", de certa forma esse é o perigo essa dicotomia que se estabeleceu entre os analíticos e continentais, com os primeiros pregando um cientificismo estéril, uma coisa eunuca na lide com a preposição, uma semântica sem hermenêutica não dá... prefiro o voo do pensamento.

João Caiero: "Terminei a leitura, com entusiasmo! Penso que há muita substância para conversa. Seria muito interessante mesmo um encontro, de que me disponho a participar. Um lance, de uma criança (característica que deixamos para trás, não é mesmo?): minha neta, de cinco anos, ao passar pelo livro na mesa, olhando para a capa, falou: o vovô está lendo “o homem de ferro”... Achei fantástica a observação!"

Teresinha: "Terminei de ler teu livro neste fim de semana. Gostei, é mesmo muito bom pois todo livro que desperta a curiosidade para a leitura dos outros é porque é bom. Ele como te falei, às vezes é complicado, mas em outros momentos é bem simples e fácil de ser entendido. O livri nos surpreende diante de certas coisas que nos parecem banais, mas que se tornam profundas quando paramos para pensar sobre elas, isto é a filosofia? Sempre aprendi que DEUS É INFINITAMENTE BOM" e "TUDO PERDOA" mas se é assim sempre me perguntava porque tinha que existir o inferno? Não somos todos filhos de Deus e irmãos, e este Deus coloca um filho no inferno sem uma segunda oportunidade? Comentei isto pra te dizer que gostei muito da parte em que falas sobre isto. Tem também frases fortes, falando da velhice por exemplo: "a velhice não é algo como o medo, a clareza ou o poder. A VELHICE É ANTES UMA ANTECIPAÇÃO DA MORTE. ELA É A FORMA COMO A MORTE VEM PARA DENTRO DA VIDA. A gente sabe disto, mas ler assim, dá até um arrepio, e tem outras... Fiquei surpresa com o oferecimento do livro ao papa Bento XV, vou ler o livro dele "Jesus de Nazaré" gosto de livros que falam sobre a vida de Jesus, e olha, se ele atribuiu algumas coisas inexplicáveis "ao mistério de Deus" penso que é porque como papa não tinha outra alternativa ou tinha? Vou continuar acreditando que Jesus morreu por amor a nós, "humanidade", e não só por obediência ao pai. Não me tira isto... Gostei também da primeira e da segunda parte do livro mas fui fisgada mais pela terceira e pela quarta. Acho que tu tens que ir pra Portugal lançar o livro, vai ser um sucesso por lá. Mas em resumo como já te disse no facebook, temos que com urgência entender que só o "tudo" pode nos deixar passar pelo querubim, então vamos abrir nossos ouvidos e vamos ao menos tentar ouvir a batida do martelo que não quer parar... Parabéns!

Melissa: "Não consigo achar palavras para enaltecer sua análise filosófica sem acabar, de alguma maneira, parafraseando os demais comentadores. Mas tem algo que não posso deixar de repetir: gostaria muito de poder ler o seu livro assim que lançado – ou quem sabe mesmo antes. O abstrato, como chama, é algo que também me atrai por residir no mistério. Reconheço a minha dificuldade para admiti-lo e tentar alcançá-lo, e por isso mesmo seu texto se torna ainda mais instigante. Em “Ser e Tempo” Heidegger falou mais ou menos assim: “a irracionalidade – enquanto o oposto da racionalidade – apenas enxerga estrabicamente aquilo para o qual a racionalidade”. Resta o enigma."

Celeste Raposo: "Há muito tempo que recebo as noticias da Consciência e até hoje nunca tinha lido nada de tão bem escrito e tão interessante. E os comentários são-no igualmente de tal modo que tudo junto daria para muitos dias de reflexão e não apenas – maldita pressa esta que tomou conta de nós – para uma ou duas horas. Pode ser que seja esta minha tendência para o oculto para aquilo que sei que existe mas não percebo como e, como diz o meu filho super racionalista, nem a sociologia nem a filosofia parecem conseguir arrancar de mim. Acabo de ler Kant e a forma como terminar com a superstição e estava bastante contente, pois na verdade eu quero é certezas e não devaneios, abro o email e lá volto eu a mergulhar neste pressentimento de que continuamos todos a ver sombras, sem nos darmos conta. Pena que o seu texto não dê uma pista de como é que vamos à procura, porque eu não tenho medo e tenho tentado sériamente, mas quanto mais estudo mais dúvidas tenho e mais sei que não sei."

Miguel: "Caro Mezzomo, texto importantíssimo, bem escrito, bem informado e sintonizado com as grandes questões que são realmente importantes. Questões que surgiram e que foram e merecem continuar sendo tratadas pelo filosofia, literatura e áreas afins. A escolha dos autores e passagens é extremamente acertada. Por exemplo, lembro-me de que Bermann fez um dos ensaios do seu excelente livro “Tudo que é sólido desmancha no ar, a Aventura da Modernidade”, sobre o mito de Fausto do Goethe. Eu diria que através da Revolução psicodélica e a contra-cultura a mente ocidental chegou efetivamente, de forma massiva, àquela grande fonte oculta de poder, que sempre esteve presente e ausente, sendo preconizada por vanguardistas e visionários em todas as épocas. O triste é que parece ter havido um retrocesso, pela mídia, que o autor aponta, mas também pela economia e industria cultural, que transforma tudo em categorias consumíveis, e portanto descartáveis. Na filosofia a verdadeira revolução da linguagem, pensada pelos autores “continentais” vêm perdendo espaço para a abordagem tautológica, e portanto estéril da linguagem – a filosofia analítica e da mente se dobram às ciências que obtiveram sucesso, passando uma grande navalha e abordando o fenômeno linguístico de forma superficial, no afã de buscar o certo e o seguro.
O Habermas é um grande filósofo que protagoniza este debate. Para ele, o projeto da modernidade (racional e iluminista) não deve ser abandonado, mas antes, continuado, já que possibilitou ganhos emancipatórios reais, como por exemplo, o próprio fim da tortura nos hospícios, que eram presídios… Para Habermas tudo poder incluído pela razão dialogante, e as tentativas de superação da razão caíram na contradição performativa… usou-se a razão para criticar a si mesma. Mas… é claro que o Outro da razão não é só um êxtase etéreo, algo a se viver, experimentar, para em seguida continuar com os velhos valores, para se enquadrar novamente no “mundo real”. A análise do que é o não-ser e o mágico é esplêndida nesse sentido.
O Castaneda é introduzido ao leitor já de cara como um embusteiro, um farsante, como que se a precaver de possíveis ataques pela sua referência. Senti falta de mais considerandos antes de se chegar a essa conclusão. O que levou a aceitar a ficcionalidade de Castaneda? É preciso que esse percurso seja explicitado. Eu também vejo algumas contradições e falhas inconciliáveis no discurso oficial, e acho que Don Juan existiu, porém Castaneda manipulou as histórias ao seu bel-prazer, inicialmente usando o “método fenomenólogico” de que fala no segundo livro, e depois usando don Juan para criar novas histórias afim de ilustrar os conceitos do nagualismo.
Mas é bem lembrado que o interessante é que a própria obra de Castaneda já se precavê contra essa acusação, se é uma crítica a todo o sistema racional ocidental, que validade teria uma crítica feita a partir da perspectiva tradicional, com suas categorias fixas de validade e veracidade?
Esta análise das implicações das revelações de Castaneda, no entanto, deve ser feita a partir do interior do método e do saber acadêmico, do qual o próprio autor é oriundo, já que “Erva do Diabo” e “Viagem a Ixtlan” são teses apresentadas à UCLA. À parte disso, existe muita má fé nesse ceticismo todo, e por isso é preciso saber separar a verdadeira investigação daquela recusa fundamentalista, seja religiosa ou ateísta. A questão ao meu ver é de etnocentrismo, Castaneda começa como antropólogo, mas é obrigado pelo seu objeto de estudo a admitir que o sistema de crenças que se propôs a estudar é tão ou mais complexo do que o seu próprio entorno cultural. (Isso está no Presente da Águia). Como admitir que um índio diga a um Ocidental “Eu sou um caçador e um guerreiro e você é um fresco” (como notou o jornalista Ibral Vitti), pervertendo toda uma imagem secular de dominação e ingenuidade indígenas?
Castaneda diz que começou estudando um mito, mas este mito o envolveu e o tornou nagual, nesse ponto, não precisava mais dar satisfações à Academia, às pessoas, sobre sua biografia e fotos etc.
Uma farsa faz quem está representando para alguém, um embuste literário precisa desse ingrediente explosivo: a aparição do farsante em vistas de propósitos de ganhos pessoais. Não é o caso de Castaneda, não se declarou o “mago” para em seguida viver o vidão milionários dos iates e mansões. Não aparecia em público, e outros farsantes se passando por ele tiraram proveito disso, sem que interferisse. O embuste de , sua “molecagem” Castaneda então teria algum propósito indefinido, já que isso não ocorreu. Ele mesmo declarou numa entrevista (tem aqui no site) que a idéia de que pudesse forjar todos aqueles personagens, sem tirá-los da própria experiência, é demasiado vaga… Nem mesmo um Garcia Marquez conseguiria imaginar um monte complexo a partir do nada, ou de outras tradições já existentes. Outro ponto a favor da não-ficionalidade é de que, segundo relatos espontâneos, centenas, milhares de “auto discípulos” que, afetados pela obra, passaram a buscar por si próprios as vivências descritas nos livros, encontraram paralelos e realidade ao que é contado, dentro de sua própria experiência.
As contribuições de Castaneda para a antropologia no entanto são reais. Existem conceitos muito originais, que, se não o são totalmente, são tratados de maneira distinta, não somente o da “loucura controlada” ou o dos “Seres Inorgânicos”. A distinção entre tonal e nagual é lapidar. Pode haver paralelismo para várias das práticas e experiências descritas no oriente e ocidente, no entanto algumas coisas parecem realmente novas.. qual seria o equivalente por exemplo da explicação através do “ponto de aglutinação”? As informações de Castaneda permitem ver as mitologias dos dominados povos indígenas de uma forma muito mais profunda e fecunda, pois até então é sempre visto como algo infantil, tatibitati e nonsense de povos atrasados da idade da pedra, sem desenvolvimento, mesmo que espiritual.
O interessante, retornando ao texto, é que essas acusações de fraude castanedística tem um precedente, que é a matéria jornalística da revista TIME, que tinha uma intenção nitidamente difamatória: no momento de repassá-lo ao grande público através do reconhecimento pela reportagem, também o desmentia, acusando-o de várias coisas, como jogador viciado e mentiroso. Mas a acusação principal que o desmereceu não é relativa ao universo de Don Juan, e sim seu local de nascença… o autor sempre afirmou ser brasileiro, a reportagem teria levantado documentos obscuros de imigração provando ser ele peruano e ter nascido dez anos antes. O papel do Brasil é mencionado aqui através do livro Mensagem do Pessoa, com o mito do Quinto Império e as visões de Vieira, o que é muito pertinente e bem lembrado, e existe também em outras teorias, como a da Utopia Morena. Vemos que os irmãos do norte porém sempre dão um jeito de manter o Brasil afastado do seu inescapável destino, de uma forma ou de outra brecando o desenvolvimento do país em grandes questões. No caso do Castaneda, terem tirado sua brasilidade é um detalhe significante, ainda mais se considerarmos o que diz o presente da Águia, que.. quando os videntes do grupo do velho nagual descobriram não ser ele um nagual tradicional e sim um nagual de três pontas, ficou claro seu destino que era impossível de cumprir por ser demasiado grande. Depois, falou-se das implicações do nagual de três pontas, que não pode desenvolver um grupo próprio mas causa grandes agitações sociais, passando um conhecimento para toda a humanidade e impregando com sua consciência qualquer um que entre em contato com suas palavras. A missão de Castaneda, segundo isso, seria a de indicar uma nova posição no ponto de aglutinação da Terra e preparar a humanidade para que o próprio intento tomasse as redéas e a encaminhasse para o próximo “passo evolutivo”, de uma forma ou de outra.
Noto também que o próprio Castaneda trata das questões desse texto em várias passagens, desde o desenvolvimento da razão pelos europeus até essa leitura do mito de Gênesis. No meu blog escrevi algo sobre isso, por exemplo no post: http://blog.cybershark.net/miguel/2004/11/14/gnesis/
Como disse, essa costura, esse resgate que o texto faz com a grande tradição da filosofia ocidental na interpretação de Castaneda é essencial. Acreditando ou não ser uma obra de ficção, não impede a relevância da obra, até pelo seu poderoso impacto (analisam em teses de doutorado até novelas da globo. Por que não esse autor?), no entanto Castaneda é sempre usado às escuras, ou ignorado, não é levado a sério, é sempre na boca míuda. Mas continuam usando: filósofos, escritores, autores em geral, e muito, mas muito mesmo o cinema… Isso sem dar o devido crédito. Fica algo indigesto, postergado e mal-resolvido.
Se os estudos sérios, cultos e responsáveis não fizerem isso, mesmo que para contestar (mas sem preconceitos) vai restar sempre essa eterna estigmatização e apropriação ou apenas as palavras dos “doidões”, que dificilmente seriam levados a sério pelos saberes oficiais. Por isso espero sinceramente que seu livro seja publicado!"

Resposta do Marco sobre a pergunta no site do Yahoo Resposta sobre a indicação de  um bom livro de leitura: "Vou te indicar um livro sensacional de um filósofo gaúcho. "Quem Tem Ouvidos - Um Salto do Pensamento Para o Inconcebível", editora BesouroBox. O autor é João Batista Mezzomo. Você não se arrependerá."

Comentários sobre o sorteio feito no site Café Filosófico:

Bel Lisboa: "Muito interessante o tema abordado."
Célia Costa: "Muito interessante o tema do livro !"
Myrella Dantas de Almeida: "Ótimo livro."
Cleto Mezzomo: "Parabenizo o autor pelo excelente trabalho desenvolvido no livro e também pela iniciativa de divulgar esse lado bastante restrito da filosofia. Mesmo não sendo da área, o livro desperta grande interesse e um bom grau de entendimento. Parabens tambem por essta idéia de divulgação."
Kevllo Yuri: "Este deve ser um livro bastante interessante!"
Iolanda Borba: "Parabéns pela dedicação ao preparar este livro com tanto afinco, sempre com muita clareza a respeito do que você queria partilhar! Espero ser uma ganhadora deste presente. Ficaria muito honrada!"
Leonilda: "o tema é significante para uma reflexão maior, inclusive podendo vir qualificar melhor a prática profissional que lida com situações complexas."
Denis Nakazato: "Esse livro parece ser muito interessante."
Andreia Gomes: "Fiquei curiosa pra conhecer melhor o livro."
Diego Elias: "Estou fazendo minha inscrição pois este livro é excelente, e nada melhor que uma boa leitura."
Haylon Bezerra: "Sinopse muito boa. Conteúdo parece ser também, mas só lendo."
Renan: "ótimo livro."
Alexandre Marin Araujo: "A filosofia brasileira começa a acontecer. Um livro para marcar no tempo. Quem conhece o Mezzomo sabe da qualidade do seu livro."
Emerson Lima: "achei o livro muito interessante"
Rosa Dalila Fontanez: "Muito bom. Argumentos realista. Me interesso muito no sorteio."
Laercio Damasceno: "Num País onde o apartheid social ainda é gritante, iniciativa como essa são louvável!"
Romero Maia: "No horário do almoço, fui até uma livraria e encontrei esse livrio por acaso. Chamou muito minha atenção. Acima de tudo pela longa tragetória não-academicista do autor, e por sua formação inicial numa área tão tipicamente distante da Filosofi, a Engenharia. Faço questão de ler essa obra de contornos brilhantes. Espero ganhar um exemplar."
André Karomi: "Interessantíssimo! Se não for eu o sortudo da vez, vou acabar comprando uma cópia direto com o autor!"
Gledson de Araujo: "livro deveras interessante, quero participar do sorteio."
Teresinha Scartazzini: "Quero participar do sorteio. Sei que o livro é muito bom pois já estou lendo, peguei emprestado, mas quero ter o meu, quem sabe ganho um! Vou ficar torcendo."
Laercio Damasceno: "A ideia da interpretação, ou melhor, da compreensão dos sinais fascina o ser humano."
Karlla Karinne: "O livro aborda um tema muito interessante, será imensamente gratificante ter acesso a ele!"
João Gomes de Sá Neto: "Parabéns pela feliz e brilhante ideia de trazer para o nosso conhecimento, este tema de elevado valor filosófico. Mesmo não sendo sorteado pretendo adquirir a obra.
Susana Pereira de Oliveira: "Excelente, como já anteriormente dito, tema do livro. Adoraria poder ler, principalmente por ser uma estudante de psicologia interessada no tema. Estão de parabéns!"
Lucas Henrique de Magalhães Macie: "Eu como amante da filosofia, dos livros, gostaria muito de poder ganhar. Sei que será prazerosa a leitura desta obra que em seu título já auto-explica-se."

 

Em 05 de Abril 2011, postado em: por BesouroBox

Comentários

Rody Cáceres em 14 de Abril 2011 @ 13:14:45

O blog é bem legal, o único problema é que os posts são imensos....

BesouroBox em 04 de Maio 2011 @ 11:22:28

Rody Cáceres, obrigado pela dica! Estamos começando com o blog, ainda pegando o jeitinho, mas com certeza tua opinião será construtiva!

 

um abraço!

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