Descrição Geral
Ainda em estágio embrionário. Mal nascido, já matava. Chocante? Evidentemente que sim.
O livro revela a capacidade de síntese e de ação de uma feminista que, através de seus versos, devolve a humanidade à caverna ideológica que sempre habitou.
Ler Matrioskas significa sair de dentro de si, nascer como mulher.
A obra revela um talento inominável no campo social e poético. Rubermária nos conduz a um estado de desconforto imediato. Na sequência de histórias, é possível enxergar o estupro coletivo de uma menina na favela do Rio, o apartar de uma mãe das garras do marido agressivo; o planejamento de um aborto consentido pela instituição familiar, a narrativa sobre a fé cega confiada à Igreja e à Lei.
Seu libelo denuncia o lado lindo e perigoso da inocência; a potencialidade da sexualidade reprimida; a desconstrução dos prazeres de uma maternidade idealizada; o jogo político das famílias e das religiões que para além do bem estar, promove através do medo e do credo, uma relação de poder com as massas.
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